A automatização de tarefas com
o Ant é feita usando-se arquivos de configuração
escritos em XML. Estes arquivos, geralmente chamados de build.xml
possuem uma estrutura uniforme, variando apenas alguns elementos.
Em geral, seguem o seguinte modelo: <project
name="nome_projeto" basedir="." default="alvo1">
<target name="alvo1">
<tarefa1
/>
<tarefa2
/>
</target>
<target name="alvo2">
<tarefa1
/>
<tarefa2
/>
</target>
<target name="alvo3">
<tarefa1
/>
</target>
</project>
A raiz deste documento XML é o elemento project.
Os elementos-filhos são chamados de target
(alvo) que, por sua vez, possuem tasks (tarefas)
como seus elementos-filhos. Veja a definição dos
três atributos para o elemento project:
name: O nome do projeto. Este atributo
pode ser omitido; basedir: O diretório
base a partir do qual os demais caminhos para arquivos e diretórios
serão calculados. O valor "." define o diretório
atual. Este atributo pode ser omitido; default:
O alvo (target) padrão a ser usado quando nenhum alvo
é especificado na linha de comando.
Um elemento project pode conter um número
ilimitado de targets. Os elementos targets
possuem elementos-filhos que nos permitem definir as tarefas
a serem realizadas quando um determinado alvo é executado.
Entre os atributos de um elemento target o
mais importante é name. Este atributo
não pode ser omitido.
Tarefas (tasks) são trechos de código que podem
ser executados dependendo do objetivo da aplicação
e de qual alvo o Ant está executando no momento. Dentre
as tarefas mais comuns estão: criar, renomear ou excluir
diretórios, compilar e empacotar arquivos, etc. O tópico
seguinte mostra um exemplo simples de um arquivo XML que cria
um diretório e copia um arquivo de outro diretório
para o recém-criado. Aproveite este exemplo para entender
melhor o funcionamento da ferramenta. |